quinta-feira, 21 de abril de 2016

21 de abril: Dia do Metalúrgico



Homenagem da CSB à categoria que é símbolo da luta dos trabalhadores do Brasil
No dia 21 de abril é comemorado o Dia do Metalúrgico, uma das profissões mais antigas da história. De acordo com um estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) de 2015, com base em dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), há cerca de 2 milhões e 400 mil metalúrgicos no Brasil, sendo 460 mil mulheres.
Segundo o vice-presidente da CSB e diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiba José Avelino Pereira (Chinelo), este é um ano em que os metalúrgicos têm pouco a comemorar, devido ao cenário econômico difícil, especialmente paras as indústrias metalúrgicas. “A empresas do setor automobilístico tiveram uma retração de 15% no faturamento no último ano, e isso afeta diretamente as metalúrgicas. Só na nossa região tivemos mais de 6 mil demissões de agosto de 2015 a março de 2016. Para a categoria, essa é a pior crise dos últimos 30 anos”, afirmou.
Para Michele de Lima Barros, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Rondônia, a categoria tem sido negligenciada devido à crise econômica. “Houve muitas demissões em nosso estado. Devido aos cortes orçamentários nas empresas, muitas normas de segurança do trabalha não estão sendo cumpridas. Este ano será um ano de muitas lutas para defender a nossa categoria. Vamos lutar por mais saúde do trabalhador, em defesa do emprego e direitos, por convênio médico para todos e mais benefícios”, disse Michele.
Reivindicações
A principal reivindicação dos metalúrgicos este ano é a retomada do crescimento econômico e a redução dos juros. “Nós precisamos e o Brasil precisa continuar a crescer. Só com o fortalecimento das indústrias os metalúrgicos terão a manutenção dos seus postos de emprego. Com a redução dos juros, os empresários voltarão e contratarão mais mão de obra”, avaliou Chinelo.
Michele explica ainda que devido à crise econômica, a luta pelos reajustes salariais e pela Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) está mais difícil. “Nossa categoria tem sofrido com muitas demissões e fechamento de empresas. Temos a expectativa de que, com a retomada dos negócios, as contratações retornem. Além disso, com a melhora na economia, os sindicatos conseguem lutar por mais benefícios para os trabalhadores”, afirmou.
História da categoria
No Brasil, a metalurgia ganhou impulso a partir dos anos 1930. A indústria metalúrgica também cresceu no século XVIII com a Revolução Industrial. Os metalúrgicos brasileiros formam uma das maiores categorias profissionais do País e, por isso, são um exemplo a seguir quando o assunto é mobilização. A trajetória de luta da categoria ao longo da história do Brasil é símbolo da força do povo brasileiro

CONVÊNIO DE PACEIRA COM CEED CONSULTORIA

O SINDIPAN MARACANAÚ FIRMOU CONVÊNIO DE PACEIRA COM O CEED CONSULTORIA, ONDE TODOS OS NOSSOS ASSOCIADOS  E DEPENDENTE TERÃO 15% DE DESCONTOS EM QUAL QUE CURSO, VAMOS APROVEITA MAS UMA UM BENEFICIO CONQUISTADO   


O SINDIPAN MARACANAÚ FIRMOU CONVÊNIO DE PACEIRA COM O CEED CONSULTORIA, ONDE TODOS OS NOSSOS ASSOCIADOS  E DEPENDENTE TERÃO 15% DE DESCONTOS EM QUAL QUE CURSO


VAMOS JUNTOS DESFRUTAR DE MAIS UM BENEFICIO E ADQUIRIR CONHECIMENTO QUE NUNCA É DE MAIS E NÃO TEM QUEM TOMA DA GENTE,  

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Na crise, operações no Brasil já prejudicam resultado de multinacionais

WalmartCrédito: Divulgação
Recessão afetou balanços de empresas como Accor Hotels, Casino, Walmart e GM


A pior recessão em décadas no Brasil já causa estrago nos balanços das multinacionais presentes no país. A combinação de queda da atividade econômica, alta do dólar e inflação em patamar elevado fez com que grupos de diferentes setores de atuação registrassem queda de receitas no país em 2015. A crise afetou resultados de companhias que vão da hotelaria ao varejo, de alimentação a montadoras, em empresas como Accor Hotels, Casino, Walmart, GM e Arcos Dourados (McDonald’s). Em seus balanços, apontam o aumento de preços, a piora do emprego e a queda no consumo como determinantes para o recuo.

Na avaliação do economista Sérgio Lazzarini, professor do Insper, o movimento pode afetar negativamente a produtividade brasileira:

— Com essa queda da receita, o nível de investimento cai. Como a participação das estrangeiras no Brasil ajuda a melhorar a produtividade, porque são adeptas de melhores práticas de governança, a produtividade, no geral, cai.

Ele ressalta que o cenário de rentabilidade das estrangeiras no Brasil já estava em trajetória de queda nos últimos dois anos, mas o quadro se agravou com as incertezas trazidas pelo cenário político:

— Sem horizonte, o risco percebido por elas aumenta. Combinado a uma volatilidade exacerbada, o cenário que se desenha é tenebroso.

DESVALORIZAÇÃO DO REAL AFETA DESEMPENHO

O conglomerado francês Casino, que controla bandeiras como Pão de Açúcar, Extra e Casas Bahia, vinculou seu fraco desempenho no Brasil ao prejuízo global de € 43 milhões registrado em 2015. A varejista informou que um declínio na área de eletrônicos na América Latina fez com que as vendas líquidas do grupo recuassem 4,8% no período, para € 46,15 bilhões. “Os resultados foram primariamente afetados pela desaceleração econômica no Brasil e pelo impacto das taxas de câmbio”, resume a empresa, em balanço.

Na prática, não bastasse a economia em recessão, estas empresas também sofrem efeitos negativos com a desvalorização do real.

— Além de o consumo estar menor, eles perdem na hora de converter suas receitas, obtidas em reais, em dólar ou euro para mandar à matriz — explica Lia Valls Pereira, professora da Uerj e pesquisadora do Ibre/FGV.

A Accor Brasil informou, em balanço divulgado mês passado, que as operações no Brasil foram a principal responsável pela queda de 40% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), para € 29 milhões, da Accor nas Américas em 2015. No documento, a empresa menciona “a deterioração da atividade econômica no Brasil, onde os negócios têm desacelerado em todo o país, notavelmente afetando a atividade de seminários e reuniões nos hotéis”. Num cenário de queda nos investimentos, a hotelaria sofre um baque com a queda dos eventos corporativos.

Na avaliação de especialistas, esta crise não é para iniciantes. Empresas estrangeiras que já têm raízes no país há décadas estariam mais preparadas para lidar com a turbulência.

— Para os empreendedores mais novos, que chegaram no Brasil em tempos de crescimento, a percepção pode ser tenebrosa. Ao contrário dos que estão aqui há mais tempo e conhecem melhor a lógica do Brasil, de ajustes muitos fortes pra cima e pra baixo. Esse é o nosso padrão de comportamento econômico — avalia Fábio Silveira, diretor de Pesquisa Econômica da GO Associados.

Com quase cem mil lojas fechadas no país em 2015, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio, as varejistas também foram obrigadas a rever planos. O grupo Walmart teve queda de 19% no lucro operacional de negócios internacionais no último trimestre. O valor caiu para US$ 1,7 bilhão, em razão da alta do dólar, do fechamento de 115 lojas na América Latina e condições de mercado mais difíceis em Brasil, China e Reino Unido. Em janeiro, a empresa anunciou o fechamento de mais de 200 lojas no mundo, 60 delas no Brasil.

Não sobrou dinheiro nem para o hambúrguer. Pela primeira vez em mais de dez anos, a operação brasileira da Arcos Dourados, maior franquia do McDonald’s no mundo, teve queda nas vendas. As receitas no país diminuíram 28,7% no último trimestre do ano, afetadas pela depreciação do real. Sem o efeito do câmbio, a empresa diz que o indicador teria avançado 7,6%. “O ambiente macroeconômico desfavorável no Brasil, refletido na taxa de inflação acelerada e a depreciação do câmbio, continuaram a afetar o tráfego. As vendas no varejo em geral caíram pela primeira vem em 2015 em mais de uma década".

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As quedas recordes nas vendas de veículos no país também respingaram na operação da General Motors (GM). As perdas da divisão América do Sul da multinacional, que tem o Brasil como principal operação, foi uma exceção negativa no balanço anual da montadora. As perdas na região mais do que triplicaram, saindo de US$ 180 milhões em 2014 para US$ 622 milhões no ano passado. Em volume, as vendas caíram 26,5%. O resultado global, no entanto, registrou o maior lucro de sua história, US$ 9,7 bilhões em 2015.

PREÇO BAIXO ESTIMULA FUSÕES

Apesar da piora do desempenho, analistas avaliam que não há risco de uma saída significativa de empresas, já que outros emergentes também sofreram uma mudança de cenário nos últimos anos. Com o preço mais baixo dos ativos, o que se delineia é um aumento do movimento de fusões e aquisições, o que favorece empresas que tenham vantagem competitiva clara e foco no médio prazo.

— Essas vão aproveitar para ganhar participação da concorrência ou comprar um concorrente. Quem entrou no país sem saber muito bem porque entrou, só para ter uma “estratégia Brasil”, vai sofrer mais. Os ativos estão baratos. Vai haver bastante entrada de capital estrangeiro. O que paralisa isso é a incerteza política — resume Jean Le Corre, sócio do The Boston Consulting Group.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

FIRMADA CONVENÇÃO COLETIVA 2016/2017
Foram firmadas Convenções Coletivas de Trabalho tanto para a categoria dos trabalhadores em panificação e confeitaria, como também dos trabalhadores em massas alimentícias e biscoitos, para o período de 1º de março de 2016 a 28 de fevereiro de 2017. O texto final está em elaboração e passando por conferências para ser lançado no sistema mediador do Ministério do Trabalho.
O momento econômico e político por que atravessa o país deu a tônica nas negociações e a principal medida neste momento foi de garantir empregos e salários para todos os trabalhadores.
Os Pisos salariais nas padarias foram recompostos em 10,71% para quem trabalha na Produção e 10,29% para os que trabalham Extra Produção.
Já a categoria dos trabalhadores em massas e biscoitos foi contemplada com reajuste de 8,5% no piso salarial, Além disso, a cesta básica teve reajuste de 25%, passando agora para R$ 100,00 (Cem reais) mensais. Quem ganha acima do piso o reajuste foi de 8,5%.
A novidade nas massas e biscoitos é que a Segunda-feira de carnaval passa a ser feriado contemplado na Convenção Coletiva, bem como a Terça-feira, que já havíamos conquistado no ano passado. Na panificação e confeitaria já existe tal determinação, apenas que a folga é na segunda ou na terça-feira de carnaval, a critério do empregador.


Reajustes perdem força e metade dos trabalhadores fica sem aumento real

carteiraCrédito: Divulgação







No ano passado, 48% dos trabalhadores não tiveram reajuste salarial real (acima da inflação), piora expressiva em relação a 2014, quando nove em cada dez brasileiros viram seus ganhos subirem mais que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

A alta dos preços, em 2015, chegou a 11,28%, a maior taxa desde 2002 e bastante acima dos 6,23% de 2014. O índice elevado, somado à retração da atividade econômica, impossibilitou avanços maiores dos salários, explica Paulo Dutra, coordenador do curso de economia da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).

"Como temos menos investimento e mais mão de obra desempregada, as empresas estão sem dinheiro para bancar reajustes superiores e mais gente está disposta a ganhar menos para continuar empregada", acrescenta o especialista.

Antônio Carlos dos Santos, professor de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) ressalta que houve "certa demora" para que o mercado de trabalho sofresse o impacto da recessão. "Isso só está sendo percebido agora, com reajustes menores e aumento do desemprego." Segundo ele, a tendência é de correções nos salários em patamares mais baixos também em 2016 e no ano que vem.

"Essa diminuição, por outro lado, pode adiantar a redução da taxa de juros [Selic], já que os reajustes menores vão colocar menor pressão sobre os preços nos próximos anos", complementa Santos.

Entre os reajustes que não superaram o INPC, 29,9% foram iguais e 18,1% ficaram abaixo do índice. Em 2014, 7,3% das correções seguiram o ritmo da inflação e 2,4% foram inferiores ao INPC.

De acordo com Santos, também pesou para que os reajustes fossem menores a incapacidade dos empresários em compensar a queda nas receitas com aumentos nos preços, já que o poder de compra dos brasileiros também caiu. "A alternativa para os patrões acaba sendo um reajuste menor."

Os especialistas entrevistados pelo DCI destacam também que o aumento do desemprego e a retração econômica também reduzem o poder dos sindicatos, o que afeta as negociações por melhores salários.

Piora durante o ano

Em documento divulgado ontem, o Dieese destaca que as correções perderam força durante os meses de 2015. "À medida que o ano avançava, menos categorias logravam conquistar ganhos reais."

Em janeiro, 91,3% das negociações terminaram com ajustes acima do INPC. O número despencou para 32,1%, em julho, e chegou a bater os 7,8%, em novembro, antes de encerrar o ano em 28,6%.

Já os acordos abaixo da inflação começaram 2015 em 1,1% e não pararam de subir: em julho, o montante chegou a 25%, em novembro, alcançou 35,3% e, em dezembro, subiu ainda mais, para 42,9%.

"Uma possível explicação para a deterioração dos reajustes salariais ao longo do ano pode ser encontrada no agravamento do quadro econômico nacional, principalmente no que se refere ao comportamento do nível de atividade, da ocupação e da inflação", indica o Dieese.

Parcelamento

O documento também traz informações sobre o parcelamento de reajustes salariais. Segundo o Dieese, das 708 negociações analisadas, 90 (13%) dividiram o pagamento da correção em duas ou mais parcelas. A proporção registrada no ano passado chega perto do dobro da que foi observada em 2014 e supera o triplo da registrada em 2008.

Sobre os reajustes escalonados - pagos em valores diferenciados segundo faixas salariais definidas em negociação - o Dieese informou que quase um quarto dos pagamentos foi feito desta forma em 2015. "Diferentemente dos reajustes parcelados, que tiveram um salto em 2015, o crescimento no percentual dos reajustes escalonados parece obedecer a uma tendência de vários anos", aponta o documento.

Quanto ao pagamento de abono salarial, o Dieese comenta que "não se observa mudanças significativas". Cerca de 7% das negociações analisadas no ano passado concederam abono salarial, "um percentual próximo ao verificado nos últimos anos".

Setores econômicos

A retração da indústria afetou os reajustes no setor. Apenas 45% das correções resultaram em ganhos reais, 36% foram em valor igual à variação do INPC e 19% ficaram abaixo.

No comércio, as negociações coletivas tiveram um resultado um pouco melhor, com aumentos reais em 53% dos casos e perdas reais em quase 15%. Reajustes iguais ao INPC foram observados em 32% das categorias analisadas no setor.

No setor de serviços notou-se a maior proporção de aumentos reais: cerca de 62% das categorias estudadas obtiveram ganhos acima da inflação. Ainda assim, perdas reais foram observadas num patamar próximo ao do setor industrial: 18%.

Fraqueza econômica e disparada da inflação colaboraram para correções menores nos salários, que se intensificaram durante o ano passado; mais uma vez, indústria foi o setor mais afetado

quarta-feira, 6 de abril de 2016

União Geral dos Trabalhadores UGT
Prezados Companheiros e Compannheiras:
Leia neste número:
UGT cresce em todo o Brasil - No inicio deste mês o Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTP) publicou no Diário Oficial da União a aferição das centrais e apontou a UGT como a segunda maior Central Sindical do Brasil, em cálculo que considera o número de trabalhadores associado a cada sindicato e a quantidade de entidades sindicais filiadas às centrais, até o último dia do ano anterior.
Todos Juntos contra o mosquito - UGT e prefeitura de SP juntos contra o Aedes aegypti. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) recebeu na quarta-feira, dia 22, a Subprefeitura da Sé, que em parceria com a Secretaria Municipal, vem mobilizando instituições e a população na luta contra o mosquito.
Água é vida. Não deixe essa fonte secar! - UGT apoia os dos ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, como forma de salvar o planeta!  No dia 23 de Março comemora-se o Dia Mundial da Água. A grande fonte da vida vem da água e hoje vivemos uma crise hídrica de tamanha proporção, que medidas urgentes têm sido tomadas para salvar o mundo que vivemos. Segundo dados das Organizações das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o 12º país que mais desperdiça água no mundo.
Confederação de Comerciários do Mercosul - Dirigentes comerciários estiveram reunidos no dia 18 ultimo em Buenos Aires, na Argentina, para tratar dos preparativos para a organização do congresso de fundação da Confederação de Sindicatos do Comércio do Mercosul. A reunião aconteceu na sede da Faecys (Federação Argentina de Empregados do Comércio e Serviços), fundada em 1932, uma das mais fortes e atuantes entidades sindicais da Argentina.
Nota de Solidariedade aos bancários da Argentina - A União Geral dos Trabalhadores - UGT se solidariza com os trabalhadores bancários da Argentina, demitidos sem justa causa pelo Banco Central da Argentina e pelo Banco da Província de Buenos Aires. Em protesto contra as demissões, sindicalistas estão há mais de 30 dias acampados em frente a sede do Banco Central Argentino.
Trabalho decente nas Multinacionais - A União Geral dos Trabalhadores (UGT) participou, entre os dias 21 e 22 de março, em El Salvador, do seminário Controlar o Poder Empresarial nas Cadeias de Valor, que tem o objetivo de abordar a relação trabalhistas nas empresas multinacionais. Durante o seminário, um levantamento das 50 maiores multinacionais foi feito e os participantes elegeram as três empresas que mais desrespeitam os trabalhadores. O resultado foi: Coca-Cola, Walmart e McDonalds.
UGT Bahia realiza seminário de Mulheres - A mulher no século XXI, avanços e desafios” foi o tema do 1º Seminário de Mulheres da UGT Bahia, no dia 19 de março, em Salvador. A Lei Maria da Penha e seus principais aspectos sociais e legais, bem como o empreendedorismo com foco nas mulheres foram alguns temas destacados durante a atividade que foi coordenada pelo presidente da Central, Magno Lavigne.
UGT participa de Plenária do Conselho Nacional de Saúde - O diretor da UGT Rio de Janeiro, Francisco Claudio, participou no último dia 18, da Reunião Plenária do conselho Nacional de Saúde, realizada em Brasília.
Água e Empregos - Água impulsiona criação de empregos e crescimento da economia, diz novo relatório da ONU. A edição de 2016 do Relatório Mundial da ONU sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos, Água e Emprego foi lançada para marcar o Dia Mundial da Água.
Marcos Afonso Oliveira
UGT Comunicação e Divulgação

IV Congresso Internacional de Direito Sindical

IV Congresso Internacional de Direito Sindical acontece em Fortaleza

O IV Congresso Internacional de Direito Sindical já tem data marcada. Entre os dias 4 e 6 de maio, centrais sindicais, confederações, federações, ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), juízes do Trabalho, procuradores, desembargadores, deputados federais e estaduais e representantes de entidades do setor, se reúnem em Fortaleza para debater o combate a práticas antissindicais. As inscrições poderão ser realizadas on-line no período de 21 de março a 18 de abril de 2016.

Na ocasião, haverá o lançamento do livro Carta de Liberdades Sindicais Comentada, com organização do procurador regional do Trabalho Gérson Marques de Lima. A obra traz a opinião de profissionais ligados ao Direito Sindical sobre princípios da liberdade sindical. A carta original foi formulada no I Congresso Internacional de Direito Sindical (2013), com participação de centrais sindicais e do poder público.

O evento é organizado pela CONALIS - Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical no Ceará, do Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com o GRUPE - Grupo de Estudos e Ddefesa do Direito do Trabalho e do Processo Trabalhista e o FCSEC - Fórum das Centrais Sindicais no estado do Ceará.

SERVIÇO

IV Congresso Internacional de Direito Sindical
Dias: 4 a 6 de maio
Informações: (85) 3462-3432/3400
www.prt7.mpt.mp.br